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Quarta-feira, 30 de maio de 2018

Por que os bonzinhos sempre se dão mal no amor? Psicólogo tem resposta (e conselhos)

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Você faz tudo pelo seu parceiro, engole sapos, perdoa, sempre se esforça para ser uma pessoa melhor na intimidade, luta bravamente pelo bem-estar da relação e, ainda assim, acaba se frustrando e até mesmo é abandonada pelos pares constantemente? Então certamente já notou que pessoas “boazinhas demais” normalmente se dá mal no amor.

Mas por que, afinal, isso acontece com tanta frequência? Em um artigo para o site Psychology Today, o psicólogo e especialista em relacionamentos Jeremy Nicholson explica as razões pelas quais os bonzinhos não têm sucesso na vida a dois e ainda dá conselhos de como reverter a situação. Ser bonzinho demais NÃO garante felicidade no amor O primeiro ponto abordado pelo especialista é o fato de que os bonzinhos investem demais nos pares e na relação, sem nunca exigir nada em troca. Ou seja, se doam demais e deixam o parceiro “preguiçoso”, sem sentir a necessidade de contribuir para a felicidade na vida a dois. O resultado será um relacionamento de mão única que, invariavelmente, resulta em frustração.

 

Além disso, segundo o psicólogo, nem sempre o outro percebe toda a bondade do par como algo amoroso e, assim, se sentem pressionados, sobrecarregados e até manipulados. O amor, assim como os atos que comprovam o sentimento, deve ser trocado e não somente doado.

Moral da história: não seja "legal" e faça tudo sempre. Obrigue seu parceiro investir em você e no relacionamento também para que, assim, se apaixonem de verdade. Quando um dos envolvidos se recusa a abrir mão e a agradar, sinal de que o outro nunca terá amor verdadeiro em troca.

Pessoas boazinhas demais no amor ainda tendem a aceitar falhas e defeitos constantemente, tentando muitas vezes “tapar o sol com a peneira”, pelo suposto bem da relação. No fim, acabam não percebendo que, de certa forma, estão recompensando com amor comportamentos ruins do par, resultando em uma bola de neve que compromete a união e a autoestima.

Agindo dessa forma, quem é muito agradável na relação acaba até encorajando o outro a perder o respeito e considerar que não há limites a serem obedecidos, algo que tende a piorar e intensificar no futuro, abrindo portas para um relacionamento abusivo.

Por fim, os bonzinhos tendem a ser muito disponíveis aos seus pares. Eles se mostram sempre ansiosos para agradar e transmitem a noção de que podem cuidar sozinhos da relação, algo bastante conveniente para o parceiro. No entanto, em vez de serem contemplados com reconhecimento, muitas vezes são ignorados e desprezados, mesmo que involuntariamente.

De acordo com o psicólogo, não é necessário, muito pelo contrário, se comportar como esnobe ou soberano na relação para ser feliz no amor. O importante é aprender a ser seletivo e evitar a carência e a dependência afetiva, compreendendo que a vida a dois deve se basear em trocas e não em doação total.

Faça com que seu parceiro também invista em você e apenas ofereça o que pode obter como retorno, sem ignorar os próprios sentimentos, necessidades e exigências. Não deixe que o par se acomode e mantenha clara a ideia de que você é uma pessoa valiosa, que merece respeito e, enfim, ser amada.