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Sexta-feira, 01 de junho de 2018

Não Se Aceitam Devoluções é a maior estreia da semana

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Nesse feriado de Corpus Christi, dez estreias ganham o circuito nacional de salas. Alguns dos principais destaques são a animação Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim, o drama Lua de Júpiter e a biografia gospel Eu Só Posso Imaginar.

Abrindo em 477 salas e com direção de André Moraes, Não Se Aceitam Devoluções adapta para os cinemas o longa de mesmo nome, do diretor Eugenio Derbez. A comédia apresenta Juca (Leandro Hassum), dono de um quiosque no litoral de São Paulo que só quer saber de diversão. Mas sua vida toma um rumo totalmente diferente quando uma ex-namorada americana larga um bebê com ele e desaparece. Juca então parte para os Estados Unidos na intenção de devolver a criança, sem imaginar que começaria a gostar da ideia de ser pai. 

Com as vozes de Emily Blunt, James McAvoy e Johnny Depp, a animação Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim segue o casal de gnomos chegando à Inglaterra, preocupados em preparar o jardim para a primavera e rever os amigos britânicos. No entanto, a dupla percebe que os gnomos estão sendo sequestrados em toda a cidade e pedem ajuda ao gênio da investigação Sherlock Gnomes. Abre em 577 salas. 

O drama gospel Eu Só Posso Imaginar estreia em 450 salas e acompanha Bart Millard (J. Michael Finley), vocalista da banda cristã MercyMe, ele sempre teve um relacionamento conturbado com seu pai e através de Deus, ele resolve eternizar essa relação com a música "I Can Only Imagine". Já o suspense A Superfície da Sombra, estrelado por Leonardo Machado e Giovana Echeverria, abre em 13 cinemas e apresenta um homem solitário que se atrasa para o funeral de uma amiga e em consequência disso conhece uma garota misteriosa. Enquanto a relação entre os dois evolui, coisas estranhas passam a fazer parte da rotina do rapaz.

Em um Mundo Interior e João de Deus - O Silêncio é uma Precesão dois documentários brasileiros retratando temas distintos, abrem em  nove e 25 cinemas respectivamente. Em um Mundo Interior registra a vida de famílias de classes sociais e regiões diversas, cujos filhos manifestam transtornos sensoriais ou cognitivos. Já em João de Deus - O Silêncio é uma Prece, somos apresentados à história do famoso médium João de Deus desde sua infância paupérrima no interior de Goiás até o presente momento, onde ele incorpora médicos e parece ter adquirido poderes curativos.

Ganhador do Urso de Ouro do Festival de Berlim na categoria Melhor Filme de Estreia e do Urso de Prata de Melhor Ator (Majd Mastoura), A Amante, de Mohamed Ben Attia, conta a história de Hedi (Majd Mastoura), um jovem que aceita que todos o digam o que deve fazer. Apático e indiferente, ele é alvo de um casamento arranjado pela mãe. Durante os preparativos, ele é mandado em uma viagem de negócios à Mahdia pelo chefe. Lá, conhece a destemida Rym (Rym Ben Messaoud), uma jovem que trabalha no hotel da região. Apaixonado, e às vésperas do casamento, Hedi é forçado a tomar uma decisão. Abre em 16 cinemas.

Dedo na Ferida, outro documentário brasileiro, com direção de Silvio Tendler, estreia em apenas três cinemas no Rio de Janeiro e aborda o sistema financeiro e suas contradições, fazendo um questionamento a respeito de um dos principais discursos das autoridades financeiras: de que não podemos gastar mais do que arrecadamos. Exibido no Festival de Cannes 2017, Lua de Júpiter, de Kornél Mundruczó, abre em seis cinemas. O longa conta como um jovem adquiri o poder de levitar após ser baleado enquanto tentava ilegalmente cruzar a fronteira.  Agora, preso em um campo de refugiados, ele vai usar suas novas habilidades para tentar escapar.

Completando o circuito dessa semana, Paraíso Perdido, de Monique Gardenberg, apresenta um clube noturno gerenciado por José (Erasmo Carlos) e movimentado por apresentações musicais de seus herdeiros. O policial Odair (Lee Taylor) é contratado pela família para fazer a segurança do jovem talento Ímã (Jaloo), neto de José e alvo frequente de homofóbicos. E aos poucos, o laço entre o agente e o clã de artistas românticos vai se revelando acada vez mais forte.

"Em termos cinematográficos, no entanto, o documentário demonstra pouca criatividade e ambição. A exposição linear constitui pouco mais do que se esperaria de uma introdução ao tema, com enquadramentos convencionais e recursos básicos de linguagem. Para um projeto investigando um funcionamento psíquico complexo, seria comum buscar formas poéticas ou metafóricas de representar o autismo". Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.

João de Deus - O Silêncio é uma Prece

 

"O projeto não percebe que toda forma de cinema – mesmo um documentário, mesmo diante de um senhor comendo cacos de vidro – implica um ponto de vista, uma seleção dos fatos através da montagem, do enquadramento, do som. João de Deus - O Silêncio é uma Prece repercute o conflito entre a pretensão de objetividade (científica, pelo sucesso inquestionável de João) e de subjetividade (o afeto evidente das pessoas por ele, a posição de escolhido de Deus)". Leia a crítica completa e a opinião da imprensa.