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Quarta-feira, 08 de agosto de 2018

AFA quis contratar Guardiola, mas levou susto com valor pedido pelo técnico

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O técnico Josep Guardiola era um desejo da Associação do Futebol Argentino (AFA) para comandar a seleção do país, mas os dirigentes se assustaram quando descobriram quanto seria necessário para contratar o espanhol.

"Fizemos consultas. Estávamos dispostos a fazer um esforço, fizemos uma análise, mas nunca pensamos que seria tanto (dinheiro). Chegamos a conversar, mas foi só isso. Muito difícil", disse o presidente da AFA, Claudio Tapia, em entrevista à "TyCSports".

A resposta confirma informações divulgadas pela imprensa argentina, que revelou que a AFA entrou em contato com Guardiola.

"Averiguamos isso sim, averiguamos. Havia uma impossibilidade muito grande. Você tem que ter um bom apoio (econômico). É muito, é muito (dinheiro). Não sei se conseguiríamos", disse entre risos. O dirigente falou também sobre o futuro de Lionel Messi na seleção e pediu para que o craque não seja pressionado.

"Deixem ele tranquilo. Que tome a decisão que tenha que tomar. Não falei com ele, só trocamos mensagens no Dia do Amigo. Quero que ele veja que há um projeto. Só ele decidirá se fará parte ou não", afirmou o presidente da AFA.

Sem Guardiola, Tapia afirmou que conversará com todos os possíveis candidatos ao posto: Diego Simeone (Atlético de Madrid), Marcelo Gallardo (River Plate) e Mauricio Pochettino (Tottenham). E ainda revelou uma quarta opção para o cargo.

"(Vou falar) Com Simeone, Gallardo, Pochettino e alguém mais que possa surgir. Eu gostaria de ouvir diferentes jogadores que vestiram a camisa da seleção. E (Javier) Mascherano poderia ser um bom técnico", ressalou o dirigente.

Apesar da atual indefinição, Tapia prometeu que a Argentina terá um novo técnico até dezembro deste ano.

Enquanto o cargo não é ocupado, os ex-jogadores Lionel Scaloni e Pablo Aimar serão responsáveis por comandar a seleção de forma interina. A Albiceleste enfrenta a Guatemala no dia 7 de setembro e encara a Colômbia quatro dias depois.

Scaloni era assistente de Sampaoli e Aimar comandava antes de assumir o cargo a seleção sub-17 do país.

"Pude ver Scaloni em Barcelona e na Rússia. É um menino com muita personalidade e capacidade. Vi ele comandando treinamentos, ouvi suas ideias táticas e observei como ele trabalha. São ex-jogadores da seleção, que sabem o valor da camisa. Se passa isso aos meninos, é um valor extra. Acredito que ele esteja à altura (do cargo)", afirmou Tapia.