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Segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Ecclestone crítica nova gestora e afirma que Ferrari não irá deixar a F1

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(Foto: Tom Gandolfini / AFP)

As recorrentes críticas feitas pelos grandes chefes da Fórmula 1 sobre o trabalho feito pela Liberty Media em seu primeiro ano de comando na categoria recebeu mais uma voz importante nesta segunda-feira. Bernie Ecclestone, ex-líder da modalidade, fez questão de deixar claro o trabalho mal feito pela nova gestora.

Na visão do inglês, o principal erro está no fato da equipe buscar ser democrática. “A democracia não tem lugar na Fórmula 1. Os novos proprietários notarão em breve. Até agora, eles não conseguiram nada” avaliou Ecclestone em entrevista ao jornal Blick, realizada em sua fazenda localizada em São Paulo.

O primeiro ano da nova gestora à frente não foi o único assunto que gerou discussões dentro da parte institucional da Fórmula 1.  No início do mês de novembro, Sergio Marchionne, chefe da Ferrari, deixou claro a insatisfação da equipe com o trabalho da Liberty Media e cogitou abandonar a categoria em 2020.

Apesar das ameaças, Ecclestone ironiza e afirma que se a escuderia não lida bem com a derrota. “O velho jogo. Se eles não vencem, entram em pânico. Max Mosley e eu poderíamos fazer uma longa lista de todas as vezes que ajudamos a Ferrari, mas eles sempre negam isso”, afirmou.

O dirigente ainda foi questionado sobre qual foi o melhor piloto que viu nas pistas e foi direto na resposta. “Para mim, Alain Prost foi o melhor piloto”, opinou. “Com sorte, ele teria seis títulos mundiais”, concluiu.

Gazeta Esportiva