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Quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Com interesses em toda Escandinávia, Liberty se reúne com lideranças da Dinamarca e se aproxima de GP

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© Grande Prêmio

Não é mais segredo ou algo minimamente escondido: a F1 negocia para colocar o GP da Dinamarca em seu calendário a partir de 2020. É o começo da ideia de mudar as áreas de atuação do Mundial, que vê no mercado escandinavo a promessa de boa recompensa. O planejamento para uma corrida está avançado e foi organizado por um consórcio danês.Após uma reunião realizada na última terça-feira (9) entre o presidente da F1, Chase Carey; o prefeito de Copenhague, Frank Jensen; e o ministro do interior da Dinamarca, Brian Mikkelsen, todos falaram abertamente sobre a possibilidade.

"Estamos animados sobre a oportunidade de explorar uma potencial corrida aqui na Dinamarca. Acredito que Copenhague represente o tipo de local que pode oferecer uma grande plataforma", disse Carey. 

A ideia de promover a F1 para toda a região além de Copenhague e da Dinamarca é a ideia do consórcio, liderado pelos ex-ministros Helge Sander e Lars Seier Christensen. "Eles [o Liberty] não veem apenas Copenhague, mas toda a Escandinávia como possível mercado", somou Christensen. O orçamento estimado para a corrida está entre R$ 156,6 milhões e R$ 261,1 milhões, enquanto a expectativa é que cada corrida renda um total que gira entre R$ 519,3 milhões e R$ 1,1 bilhão. Muito dessa esperança, ao menos neste começo, gira em torno da forte popularidade de Kevin Magnussen em seu país de origem. Para questões de TV, a audiência internacional, segundo o consórcio, vão se interessar muito pelas pontes e lagos locais. 

Segundo divulgou o jornal dinamarquês BT, a ideia é uma prova nas ruas da capital. Por isso que há alguns meses o arquiteto-chefe da F1, Hermann Tilke, liderou um amplo estudo local para fixar a pista num espaço de 4,6 km por volta do centro da cidade. E isso implica um potencial problema: a necessidade de obter aprovação da Câmara de Vereadores local.