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Quinta-feira, 08 de fevereiro de 2018

Alonso mostra otimismo com potencial da McLaren para 2018. E sonha em sentir de novo o gosto do champanhe

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© Fornecido por Grande Prêmio

Já se vão quase quatro anos desde que Fernando Alonso conquistou seu último pódio na F1. Foi em 27 de julho de 2014, quando ainda era piloto da Ferrari, que o bicampeão do mundo sentiu o gosto do champanhe ao terminar em segundo lugar no GP da Hungria. Daí em diante, a carreira de Alonso, sobretudo na F1, foi de poucas alegrias e muitas decepções. Mas a esperança de voltar a lutar por grandes resultados continua viva para o espanhol de 36 anos, que ganhou nova motivação depois que a McLaren trouxe a Renault como sua nova fornecedora de motor, deixando para trás três anos dificílimos com a Honda.

Assim, o sentimento de Alonso é de positividade a respeito do que lhe espera na temporada. E seu otimismo tem uma referência clara: a Red Bull.

“Nós estamos muito otimistas. Sabemos o que a Red Bull está fazendo com a unidade de potência da Renault. Eles talvez não sejam os mais rápidos em classificação, mas são muito rápidos em corridas. Conseguiram alguns pódios, venceram duas ou três corridas”, salientou o piloto em entrevista veiculada pelo site ‘F1i.com’. 

“Com esse tipo de resultado, acho que nós vamos ficar bem felizes se estivermos na luta e se pudermos sentir o gosto do champanhe novamente”, sonha o bicampeão mundial de F1.

Contudo, em que pese todo o sentimento semanas antes do primeiro teste de pré-temporada, Alonso mostra que tem os pés cravados no chão. “Em termos de resultado, é sempre difícil fazer projeções. Esta é a F1, não é matemática, que você sabe de antemão. Tudo pode acontecer. Mesmo as equipes favoritas, como a Mercedes, não podem garantir que em 2018 eles vão ser os mais rápidos”.

O fato é que o espanhol entende que os anos difíceis tornaram a McLaren muito mais forte. “Nós mudamos tudo aqui na equipe nos últimos três anos. Todos nós tivemos momentos complicados, aprendemos muitas coisas, lições difíceis às vezes porque tivemos alguns abandonos dolorosos”, lembrou.

“O principal que eu aprendi nos últimos três anos é a velocidade da equipe. Eles nunca desistem. São muito unidos, trabalham duro e sem parar para buscar meio décimo para a corrida seguinte, mesmo se a gente estiver lutando em 16º”, acrescentou Fernando, que agora acredita que os tempos difíceis finalmente ficaram para trás.

“Esse espírito da equipe foi notável. É algo que eu vou manter por muito tempo. Agora a equipe está pronta para fazer o melhor”, concluiu.

MSN