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Quinta-feira, 24 de maio de 2018

Equipes da F1 terão nova reunião sobre regulamento de 2021

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Detentora dos direitos comerciais da Fórmula 1, a Liberty Media deve apresentar mais detalhes sobre seus planos para o futuro do esporte em uma reunião importante com as equipes em Mônaco nesta sexta-feira.

Os contratos que sustentam todos os aspectos da F1, desde sua estrutura de governo até a distribuição de receita entre as equipes, chegam ao fim em 2020.

  A Liberty apresentou um esboço básico de sua visão para 2021 para as equipes no GP do Bahrein, no início de abril. O manifesto inclui motores mais simples e mais barulhentos, um limite de gastos para as equipes, divisão mais equitativa do dinheiro de premiações, uma estrutura de governo simplificada e um novo regulamento técnico destinado a melhorar o espetáculo das corridas.

"É um assunto altamente complexo, porque se trata de um teto de custo, regulamentos técnicos e distribuição de receita, então há várias coisas no ar", disse o diretor da equipe Mercedes, Toto Wolff.

"Eu também espero que a reunião seja produtiva, então entenderemos mais e poderemos agir de acordo com ela."

Os elementos mais controversos são o teto orçamentário proposto, que acredita-se estar na faixa dos 150 milhões de dólares, e a simplificação dos motores pela remoção do MGU-H.

A Mercedes e a Ferrari, em particular, reagiram contra os conceitos, e afirmam que isso pode diluir o valor da marca da F1.

A Liberty também planeja mudar a forma como a receita é distribuída entre as equipes.

Atualmente, Mercedes, Red Bull, Ferrari, Renault e Williams desfrutam de uma participação maior com base no desempenho histórico. A Ferrari ainda tem mais um bônus por conta de seu status histórico. As novas propostas visam alcançar um conjunto de pagamentos "mais equilibrado", refletindo mais de perto a "meritocracia do desempenho atual".

O bônus da Ferrari seria cortado em vez de totalmente removido, já que a Liberty se comprometeu a respeitar "franquias e valores históricos".

Embora Mercedes e Ferrari estejam amplamente alinhadas entre si, a posição da Red Bull é mais complexa, pois pressionou contra a complexidade das regulamentações de motores híbridos desde que a fórmula atual foi introduzida em 2014, mas continua contrária à filosofia de um teto orçamentário.

"Espero que muitos detalhes sejam colocados na mesa na reunião sobre quais são os próximos passos da Liberty", disse Christian Horner, diretor da Red Bull.

"Eles precisam ser responsáveis, porque algumas coisas, como limites orçamentários, envolvem literalmente milhares de empregos por meio das equipes, de fornecedores e subcontratados no Reino Unido.”

"Estamos esperando com interesse para ver qual é o próximo estágio."

Espera-se que o ponto principal do debate continue a ser o regulamento do motor, os custos envolvidos e a filosofia por trás deles. Dos atuais fabricantes, apenas a Renault está comprometida com o esporte para além de 2020.

"A direção do esporte deve ser mais competitiva, deve haver um maior engajamento dos fãs, e eu acho que os patrocinadores estão animados com o futuro do esporte", disse o CEO da McLaren, Zak Brown.

"Motores, isso ainda não está definido – e essa é a única área que eu acho que pode ser difícil aqui hoje para tomar decisões, porque eu não tenho certeza se todos os fabricantes de motores no esporte hoje estão definitivamente comprometidos para 2021.”

"Mas acho que temos que ter fé de que tudo está indo na direção certa e que o esporte só vai ficar mais emocionante. Não vejo ninguém saindo".