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Terça-feira, 29 de maio de 2018

Red Bull fala em comparar Renault e Honda no Canadá e adia até julho definição sobre fornecedor de motores

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A Red Bull adiou mais uma vez a decisão sobre seu futuro fornecedor de motores na F1. O contrato atual termina no fim deste ano, mas a escuderia dos energéticos ainda está dividida entre renovar com a Renault ou se arriscar com a Honda.

 

Diretor da Renault, Cyril Abiteboul já vinha pressionando a Red Bull por uma decisão e não escondeu a irritação com esse adiamento.

“Eu não entendo o comportamento deles”, disse Abiteboul. “Eles querem esperar até o Canadá, mas não haverá uma revelação na segunda-feira depois da corrida em Montreal”, avaliou.

Mesmo descontente, Abiteboul reconheceu que gostaria de manter a parceria com a Renault, mas com condições.

“Nós gostaríamos de continuar com a Red Bull se eles nos derem uma garantia de três anos”, afirmou. “Aí teríamos segurança de planejamento, investiríamos mais e justificaríamos mais recursos”, indicou.

Chefe da Red Bull, Christian Horner garante que a escuderia segue trabalhando dentro do prazo que estabeleceu para si e indicou que a definição não chegará exatamente após o GP do Canadá, marcado para 10 de junho.

“Vai ser dentro de um mês ou mais. No fim de junho, começo de julho. É o cronograma de que sempre falamos”, disse Horner. “Nós queremos comparar os dois motores no Canadá”, seguiu.

Afinal, a expectativa é que a prova canadense seja palco da estreia de novos pacotes de atualizações para Renault e Honda.

“Nós teremos pequenas atualizações em Montreal, mas nós precisamos extrair o máximo delas. Isso é muito importante para nós”, frisou.

Ainda, Christian revelou que sua principal dúvida em relação ao motor Renault reside na constante superioridade de Mercedes e Ferrari em classificação.

“Se não estou enganado, nas últimas seis corridas as cinco voltas mais rápidas foram nossas”, apontou Horner. “Se tivermos mais potência na última sessão de classificação, nada vai nos impedir de tornar as vidas de Mercedes e Ferrari muito difíceis”, ponderou.

TEM LENHA PRA QUEIMAR