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Quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Pescarias em água doce

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  • Aves estáticas em posição de caça nas margens dos rios são indícios da presença de cardumes de pequenos peixes. Predadores como os dourados têm grandes chances de estar na região.
  • O canto estridente de cigarras nas margens de represas avisa: vale a pena usar pequenas iscas de hélice, que imitam esses insetos quando caem na água, o que é produtivo principalmente com belas tilápias rendali.
  • Para peixes grandes e brutos que dão corridas praticamente irrefreáveis no início da briga, como piraíbas, pirararas e tambaquis, ou quando for necessário o uso de líderes de grosso calibre, prefira carretilhas sem devanador (distribuidor). O guia-linha poderá não suportar a pressão.
  • Como na pesca de garoupas no mar, a briga com jaús e outros gigantes de couro em locais com risco de o peixe enlocar-se entre as pedras exige equipamento extra pesado e fricção apertada ao máximo. O cabo-de-guerra nos momentos iniciais da briga é crítico para definir o vencedor da batalha.
  • Já na pesca de grandes tucunarés em locais cheios de galhadas, às vezes é mais interessante liberar totalmente a linha (destravando o equipamento) e esperar o peixe parar de se movimentar, principalmente quando se percebe que ele já correu para a estrutura após a fisgada. Deve-se então percorrer sua trajetória “descosturando” a linha.
  • Sempre que explorar uma área de baixa profundidade, como um estirão de corredeira, passe com o barco ao largo do ponto e nunca por cima dele, para não afugentar os peixes.
  • A pesca em áreas de rio a jusante de muitas represas é diretamente influenciada pela abertura das comportas, aumentando o volume de água ou ocasionando maior correnteza. Vale informar-se acerca dos dias em que isso costuma ocorrer.
  • Tenha sempre à mão um conjunto leve ou ultraleve com pequenos anzóis e iscas artificiais para garantir a diversão com espécies esportivas de menor porte caso os grandes não apareçam.
  • Os spinners e as colheres estão entre as iscas metálicas mais versáteis para pesca na água doce. Caso torçam a linha (principalmente os spinners), prefira snaps dotados de girador.
  • Ao deparar-se com um repiquete (elevação súbita das águas) na Amazônia, atrás de tucunarés, eleja uma área e persista com bem mais arremessos que o normal, variando tipos de isca e investindo em trabalhos mais pausados.
  • É comum encontrar tucunarés-azuis nas partes mais abertas e entradas de braços das represas, junto a grandes troncos semi submersos, e os amarelos em partes mais abrigadas, como os chamados fundos de grota.
  • Presentes em lagos, rios e represas de todo o Brasil, as traíras são peixes esportivos que atacam muito bem iscas artificiais, com destaque para as barulhentas na superfície, as soft baits no fundo e os sapos artificiais com dispositivo antienrosco para locais dominados por vegetação.