Quinta-feira, 07 de fevereiro de 2019

Chefe da Red Bull mostra otimismo com trabalho da Honda: Estão fazendo bom progresso

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A Red Bull mostrou animação com o que tem visto do trabalho da Honda. Christian Horner, chefe do time, já deixou claro que a fornecedora de motores tem feito ótimo progresso durante o inverno.

Em 2019, a esquadra de Milton Keynes vai deixar para trás sua parceria com a Renault, assumindo os propulsores da marca japonesa. Durante 2018, a Toro Rosso já adotou os novos motores, o que ajudou no desenvolvimento para esta temporada.

Agora, com todo o trabalho feito durante o inverno, Horner mostrou animação. “Eles tiveram um forte inverno. O centro de tecnologia da Red Bull tem trabalhado com a Honda por 12 meses agora, tendo oferecido a caixa de câmbio e o sistema de direção da Red Bull. Então vimos sua evolução nos bastidores. Estão fazendo bom progresso”, disse em coletiva de imprensa.

“A estabilidade no regulamento vai ajudá-los. Eles traçaram um conceito e, pela primeira vez desde que entraram na F1, continuou de uma temporada para a outra sem precisar recomeçar tudo. Tudo vai depender do que os outros fizeram, mas certamente contra eles houve bom progresso”, continuou.

Um dos pontos que a Honda vai precisar trabalhar para 2019 é a confiabilidade. Mas Christian já deixou claro que não vai se preocupar caso receba alguma punição ao longo do ano. “Obviamente tem sido um grande desafio fazer 21 corridas com três motores. Nós preferimos ver constante evolução, mesmo que isso significasse receber uma punição ou outra ao longo do caminho”, indicou.

 “Como vimos ano passado, o impacto dessas punições em alguns circuitos pode ser mínimo. Então enquanto o progresso e a trajetória estão no caminho certo, há muito otimismo na equipe, na fábrica, a animação em trabalhar em colaboração com um novo parceiro”, emendou.

Por fim, Horner acredita que o relacionamento com a nova fornecedora vai ser mais fácil do que com a antiga parceria, a Renault. “É um cenário muito diferente. Estávamos em uma relação em que pagávamos por uma passagem de primeira classe e sentávamos na classe econômica”, ressaltou.

“Muita frustração surgiu dali. Com a Honda, tem sido uma relação técnica, tem muita responsabilidade dos dois lados ao invés de ser uma relação apenas de fornecedor e cliente. Não esperamos ir 100%, mas o que esperamos é que vamos dar um passo adiante de onde estávamos nos últimos anos”, encerrou.