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Segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

83% dos congressistas apoiam a reforma da Previdência, diz FSB

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A reforma da Previdência é aprovada por 83% dos congressistas, diz levantamento realizado pelo Instituto FSB Pesquisa e divulgado nesta 2ª feira (11.fev.2019). A pesquisa, encomendada pelo BTG Pactual, entrevistou 253 deputados federais e 27 senadores no período de 4 a 8 de fevereiro.

Eis a íntegra do levantamento.

A amostra foi controlada e ponderada conforme a distribuição por partido das cadeiras no Congresso Nacional e foi realizada por telefone ou presencialmente. O instituto realiza estudos de opinião no Congresso desde 2008.

Entre senadores, a taxa de aprovação da reforma é de 89%; com deputados, 82%.

Os dados indicam ainda que, dos congressistas entrevistados que aprovam a medida, 86% são novatos e 78%, reeleitos.

Dentre os 10 maiores partidos, aqueles cujos congressistas mais apoiam a medida são o PP e o PSDB, com 100%, e o MDB, com 95%. O PT tem a menor taxa de aprovação: 37%.

Perguntados se “a Reforma da Previdência precisa ser prioridade absoluta do Poder Executivo e do Poder Legislativo neste começo de ano?”, 85% dos senadores entrevistados disseram que sim. Dos 253 deputados entrevistados, 23% esperam que a votação para a reforma aconteça no 1º trimestre de 2019. Dos senadores, 19% possuem a mesma opinião.

Já 35% e 41% dos deputados e senadores, respectivamente, acreditam que a reforma será no 2º trimestre de 2019. Os que esperam para o 2º semestre de 2019 são 25% dos deputados e 19% dos senadores. Idade mínima

93% dos senadores e 69% dos deputados entrevistados são a favor de subir a idade mínima para aposentadoria. Dentre os 10 maiores partidos, o que mais apoiou a medida foi o MDB, com 95% de aprovação. O PT obteve menor aprovação, com 37% de “sim”.

85% dos senadores e 71% dos deputados são a favor de que homens e mulheres tenham idades mínimas diferentes para se aposentarem. Já 21% da Câmara e 11% do Senado são contra.

Os partidos com maior número de “a favor” são do PT (93%), PSD (90%) e PR (87%). Com 40%, o DEM é o partido com menor porcentagem de aprovação.

20% dos deputados e 19% dos senadores são a favor de manter a idade mínima de aposentadoria para homens e mulheres em 65 anos. 61% e 63%, respectivamente, são contra.

A proposta do projeto na gestão de Michel Temer seja implantada propunha uma idade mínima de 65 anos para os homens e e 62 para as mulheres. 37% dos deputados e 48% dos senadores são a favor e 44% e 30% são contra. Período de transição

Em relação ao tempo de vigência das novas regras e a idade mínima, 38% dos deputados e 48% dos senadores preferem 1 período de transição mais curto (de por exemplo, 10 anos), com idade mínima menor para aposentadoria; já 34% e 22% dos deputados e senadores, respectivamente optam por 1 período de transição mais longo (de por exemplo, 20 anos), com idade mínima maior para aposentadoria. Trabalhadores rurais e urbanos

Perguntados sobre se “as regras da nova Previdência deveriam ser iguais para aposentados rurais e urbanos”, 19% da Câmara dos Deputados e 30% do Senado Federal acreditam que sim. Já 72% e 67%, respectivamente, opinam que não.

Sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada), 26% dos deputados e 21% dos senadores são a favor das mudanças na regras. Já 36% e 37% são contra. Militares

Na Câmara dos Deputados, 85% dos entrevistados são favoráveis à inclusão dos militares na reforma da Previdência. Já no Senado Federal, 78% são a favor. 10% dos deputados e 11% dos senadores são contra.

Dos que opinaram de que a reforma da Previdência dos militares precisa ser encaminhada pelo governo em conjunto com a Previdência dos trabalhadores civis 81% são deputados e 74% senadores. Para 12% dos deputados, porém, a reforma dos militares precisa ser encaminhada depois que a Previdência dos trabalhadores civis tiver começado a tramitar na Câmara. Obstáculos

Entre os principais obstáculos para a aprovação da reforma da previdência para 17% dos entrevistados acreditam que são as divergências dentro do Congresso; 16% que é a articulação do governo com o Congresso; 10% a complexidade da propostas e 8% a opinião pública é desfavorável.